Universidade de Franca de luto após trágico acidente com ônibus de estudantes
21 fev

Tragédia na rodovia: Comunidade acadêmica em choque

Na madrugada de 20 de fevereiro de 2025, um acidente trágico entre um ônibus e um caminhão abalou a comunidade da Universidade de Franca (Unifran). O ônibus, que transportava estudantes de volta a São Joaquim da Barra após um dia de aulas, colidiu fortemente com um caminhão na Rodovia SP-355/330, entre Nuporanga e São José da Bela Vista. Como resultado, doze estudantes perderam a vida e dezenove ficaram feridos, gerando uma onda de comoção e luto.

O acidente, que aconteceu nas primeiras horas da manhã, mobilizou rapidamente equipes de resgate, que trabalharam intensamente até às 4 AM do dia seguinte para prestar socorro às vítimas e remover os destroços. Os feridos foram levados a hospitais próximos, enquanto a universidade, em um gesto de solidariedade e respeito, suspendeu as aulas e declarou três dias de luto oficial.

Repercussão e investigação

A Atlética Unificada da Unifran não demorou a expressar suas condolências às famílias das vítimas e à comunidade universitária. Homenagens silenciosas e símbolos de luto foram vistos em diversos cantos da instituição. A Liga das Atléticas Unificada da Estácio Ribeirão Preto também fez questão de prestar solidariedade, reforçando a união e apoio entre os estudantes de diferentes universidades.

O motorista do caminhão envolvido no acidente inicialmente fugiu do local, mas foi posteriormente capturado pelas autoridades. Ele enfrenta acusações de homicídio culposo e de ter deixado o local do acidente. As investigações preliminares apontam que uma possível irregularidade no pavimento da estrada pode ter contribuído para que ele perdesse o controle do veículo, mas essas alegações ainda estão sob análise.

Enquanto a busca por respostas continua, a dor da perda ecoa pela Universidade de Franca e suas imediações. O ambiente universitário, sempre dinâmico e vibrante, se encontra temporariamente em silêncio, ainda que um silêncio solidário e cheio de memórias.

Maria Cardoso

Trabalho como jornalista de notícias e adoro escrever sobre os temas do dia a dia no Brasil. Minha paixão é informar e envolver-me com os leitores através de histórias relevantes e impactantes.

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9 Comentários

Thalita Gomes

  • fevereiro 22, 2025 AT 22:53

Isso é uma catástrofe. Meus pensamentos estão com as famílias.

Maria Clara Francisco Martins

  • fevereiro 24, 2025 AT 09:04

Esse acidente me deixou sem palavras. Doze vidas tão jovens, tão cheias de sonhos, arrancadas em um instante. Eu me lembro de quando estudava na Unifran, como o campus vibrava de energia, de risos, de debates até tarde da noite. Agora, o silêncio é mais pesado que qualquer discurso. Os estudantes que sobreviveram vão carregar isso pra sempre - não só as feridas físicas, mas o peso da culpa, da sorte, da perda. As estradas precisam de manutenção urgente, mas também de uma mudança cultural: ninguém deveria morrer por um buraco na pista ou por um motorista cansado. A universidade fez certo em decretar luto, mas isso não basta. Precisamos de políticas públicas reais, não só mensagens de condolências. E os caminhoneiros? Eles também são humanos, muitas vezes explorados, pressionados a correr, a entregar a qualquer custo. Esse acidente não é só um erro, é um sistema que falhou. Ninguém merece isso. Ninguém.

Ernany Rosado

  • fevereiro 26, 2025 AT 07:56

mano isso e um pesadelo real... os moleque tava voltando da aula e agora ta tudo vazio

Isabelle Souza

  • fevereiro 28, 2025 AT 01:53

A dor, quando é coletiva, vira um eco que ressoa nas paredes das salas de aula, nos corredores vazios, nos cafés onde antes se ria... É um silêncio que grita. E esse silêncio não é só tristeza - é uma pergunta. Uma pergunta que não tem resposta, mas que exige ação. Quem garante que a próxima vez não será outro ônibus? Outra curva? Outro motorista exausto? A estrada não é só asfalto - é um contrato social. E nós, como sociedade, estamos falhando nesse contrato. A tecnologia pode ajudar, mas a empatia? A empatia é o único freio que nunca falha. E ela está faltando. Muito.

Francis Tañajura

  • fevereiro 28, 2025 AT 12:26

Se os pais tivessem ensinado esses garotos a não andar em ônibus de merda, isso não teria acontecido. É isso que acontece quando a família não educa. E o motorista? Fugiu? Então ele é um covarde, e não uma vítima do sistema. Essa é a realidade: irresponsabilidade em todos os níveis.

Nat Vlc

  • março 1, 2025 AT 15:03

Eu não conhecia ninguém envolvido, mas isso me fez parar por um minuto só pra respirar. O mundo tá pesado, mas a gente ainda pode se lembrar de que a vida é frágil - e que vale a pena ser gentil hoje, mesmo que ninguém veja.

Miguel Oliveira

  • março 3, 2025 AT 06:25

Fugiu? Tava bêbado? Foi mal? Ponto. O sistema falhou, mas ele também falhou. Não tem desculpa.

Allan Fabrykant

  • março 4, 2025 AT 22:52

Ninguém tá falando da verdadeira causa: os ônibus escolares no Brasil são uma piada. Tá todo mundo focado no motorista, mas e os veículos? Têm 20 anos, sem manutenção, sem GPS, sem cinto, sem freio ABS, e ainda por cima tá sendo usado pra transportar estudante? Isso é crime ambiental, social e humano. E o governo? Nada. Só fala quando dá o golpe. E os políticos que votaram contra a lei de segurança viária? Onde estão? Ah, tá, eles estão na praia, com o filho deles num SUV novo. Enquanto isso, os filhos dos pobres morrem em ônibus que nem deveriam existir. E vocês ainda acham que é só o motorista? Sério? Isso aqui é um genocídio silencioso, e ninguém quer ver.

Leandro Pessoa

  • março 5, 2025 AT 15:41

Isso aqui não é só tristeza. É um chamado. E quem tá lendo isso agora? Vai fazer algo? Vai cobrar? Vai denunciar? Ou vai só rolar pra próxima postagem? A gente precisa de pressão. Não de luto. De ação. Agora.

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